terça-feira, 16 de julho de 2013

NÃO SÃO HUMANOS MAIS NOS CONQUISTAM COMO UM


Meu primeiro animal de estimação foi um cachorro vira lata chamado Pom-pom.Ainda lembro como hoje minha mãe tinha acabado de ganhar ele.Fui busca-lo na sua ninhada na casa de uma vizinha.Trouxe ele todo enrolado num paninho.Aquela coisa pequena me conquistou. Pom-pom era brincalhão gostava de caju e adorava o vento passando em suas orelhas.Mas queria que ele fosse feliz apenas nos anos finais de sua vida pode corre solto em seu quintal.Nós morávamos em um sítio por isso ele ficou muito tempo preso.Apenas quando passamos para nossa casa próprio ele teve a liberdade de sua casinha e de fica a noite solto.Eu amei aquele animal e amava imagina-lo como uma grande onça grande brincava com ele nas noites de terça na minha versão imaginativa de Power Ragers.Quando Pom-pom adoeceu fiquei triste até hoje não sei a causa da sua morte.Seu pelo começou a cair e ele ficou fraco.Numa tarde dessas ele faleceu apos muito sofre.Lembro que orei a Deus para seu sofrimento acabar logo.Meu pai deixou uma carta como forma de se despedi daquele animal tão doce.Nunca tive a coragem de ler até hoje.Acho que joguei no lixo pois a coragem faltou-me para lembra dele.Pom-pom se foi não deixou nem mesmo uma foto.Em 1997 câmeras não eram populares.Mas nunca esquecerei que ele foi meu primeiro cão.Um cão que merecia se imortalizado no meus pensamentos por isso a tentativa de enterra-lo em baixo do pé de goiaba.Hoje nem a goiabeira existe mais!